A sequência básica — limpeza, correção, preparação e pintura — vale para os dois casos. O que muda é o nível de exposição e os problemas que precisam ser tratados.
Na parte interna
O foco costuma estar na uniformidade, nas marcas de uso e na proteção dos móveis e pisos. Furos, pequenas trincas sem origem estrutural e ondulações podem ser corrigidos antes do lixamento.
Também é importante verificar mofo, gordura e umidade. Em cozinhas e banheiros, a escolha do produto deve considerar limpeza frequente e presença de vapor.
Na parte externa
Fachadas e muros recebem sol, chuva e poluição. A base precisa estar coesa, sem partes soltas, e completamente seca. Massa acrílica e produtos próprios para exterior são utilizados quando indicados.
Descascamentos podem exigir raspagem mais profunda. Trincas recorrentes ou infiltrações precisam de avaliação da causa antes da pintura.
O clima interfere na execução
Chuva, umidade elevada e calor excessivo alteram a secagem e podem prejudicar o acabamento. Por isso, o cronograma externo deve considerar a previsão e o período de exposição direta ao sol.
Proteção e organização
Dentro do imóvel, móveis, pisos e objetos recebem proteção. Do lado de fora, o cuidado se estende a esquadrias, jardins, veículos próximos e circulação de pessoas.
O produto correto não compensa uma base mal preparada. A durabilidade depende do conjunto inteiro.
Uma visita técnica ajuda a dimensionar as correções e definir o melhor sistema para cada área.